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Estatuto do SINTE-SC
Estatutorevisado7538_23102008034137.pdf (208,32 KB) Estatuto em Formato Digital PDF
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Logomarca do SINTE-SC
NovalogomarcaSINTESC5595_232009153246.jpg (58,81 KB) Arquivo de imagem com a nova identidade visual do SINTE-SC.
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Qualidade de vida no trabalho e saúde/doença
Qualidadedevidanotrabalhoesaúdedoença8548_452010182212.pdf (359,99 KB) Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) é uma terminologia que tem sido largamente difundida nos últimos anos, inclusive no Brasil. Como incorpora uma imprecisão conceitual, vem dando margem a uma série de práticas nela contidas que ora aproximam-se da qualidade de processo e de produto, ora com esta se confundem.
O conceito, através dos programas de qualidade total, vem impregnando propostas
de práticas empresariais (Rodrigues, 1991).
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Qualidade de vida e saúde: aspectos conceituais e metodológicos
qualidadedevidaesaúdeaspectosconceituaisemetodológicos3330_452010182905.pdf (145,26 KB) O conceito q u al id ade de vida ( QV) é um term o utilizado em duas ve rtentes: (1) na linguagem cotidiana, por pessoas da população em gera l , j o rn a l i s t a s, políticos, profissionais de dive r s a s á reas e gestores ligados às políticas públicas; (2) no contexto da pesquisa científica, em diferentes
campos do saber, como economia, soc i ologia, educação, medicina, enfermagem, psicologia e demais especialidades da saúde 1 , 2.
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Qualidade de vida e saúde vocal de professores
QUALIDADEDEVIDAEAsaúdevocaldeprofessores9862_452010183053.pdf (317,88 KB) OBJETIVO: Avaliar aspectos associados à qualidade de vida de professores e buscar relações com questões de saúde vocal.
CONCLUSÕES: Apesar de razoavelmente satisfeitos com a voz e a qualidade
de vida, os professores mostraram difi culdades na percepção do processo
saúde-doença. Evidenciaram-se aspectos desfavorecidos da qualidade de
vida e necessidades de saúde que podem ter implicações na voz e saúde vocal
docente.
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O professor, as condições de trabalho e os efeitos sobre sua saúde
Oprofessorascondiçõesdetrabalhoeosefeitos6692_452010183623.pdf (206,40 KB) O estudo das relações entre o processo de trabalho docente, as reais condições sob as quais ele se desenvolve e o possível adoecimento físico e mental dos professores constituem um desafio e uma necessidade para se entender o processo saúde-doença do trabalhador docente e se buscar as possíveis associações com o afastamento do trabalho por motivo de saúde.
Este artigo apresenta o perfil dos afastamentos do trabalho por motivos de saúde de uma população de profissionais da educação. Buscando elementos na literatura disponível, aventa a hipótese de que as condições de trabalho nas escolas podem gerar sobreesforço dos docentes na realização de suas tarefas.
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INTENSIFICAÇÃO DO TRABALHO E SAÚDE DOS PROFESSORES
INTENSIFICAÇÃODOTRABALHOESAÚDEDOSprofessores3761_452010183832.pdf (115,81 KB) A centralidade atribuída aos docentes nos processos de reformas educacionais em curso traz novas exigências profissionais com efeitos sobre a sua saúde. Buscando resultados na literatura epidemiológica e ergonômica, este artigo tece relações entre o processo de intensificação do trabalho nas escolas e o tipo de adoecimento dos professores descrito nos estudos atuais. Sobre a intensificação, são mencionados fatores qualitativos, caracterizados pelas transformações da atividade sem o necessário suporte social para acomodar as exigências do trabalho, e fatores quantitativos, relacionados ao aumento do volume de tarefas nas escolas. As evidências trazidas ao texto permitem esboçar as bases de um modelo explicativo para o processo de morbidade docente calcado em determinantes ambientais e organizacionais e suas implicações sobre a atividade de trabalho na sala de aula.
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Estresse e seu Reflexo na Saúde do Professor
EstresseeseuReflexonaSaúdedoprofessor3478_452010184019.pdf (351,05 KB) A importância de agentes estressores é hoje amplamente reconhecida no contexto de saúde, pois podem desencadear situações patológicas, tendo um papel importante na etiologia e na progressão de certas doenças cardiovasculares, como a arteriosclerose. Este artigo teve como objetivo verificar quais as fontes estressantes para o professor universitário, utilizando um instrumento de screening, de maneira a construir um retrato das condições de trabalho do professor e a considerar o reflexo desses acontecimentos sobre a sua saúde. As informações foram obtidas nas assembléias de professores realizadas durante a greve que ocorreu, no ano de 2001, na Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. A partir dos dados indicadores, que configuram situações de estresse arroladas pelos professores que participaram da enquete, foi possível fazer reflexões sobre as condições de saúde do professor ou as que provocam sua doença, bem como sugerir propostas de trabalho a serem amadurecidas coletivamente.
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Promoção da saúde e qualidade de vida
Promoçãodasaúdeequalidadedevida7056_452010184222.pdf (378,19 KB) Existem evidências científicas abundantes que mostram a contribuição da saúde
para a qualidade de vida de indivíduos ou populações. Da mesma forma, é sabido que muitos componentes da vida social que contribuem para uma vida com qualidade são também fundamentais para que indivíduos e populações alcancem um perfil elevado de saúde. É necessário mais do que o acesso a serviços médico-assistenciais de qualidade, é preciso enfrentar os determinantes da saúde em toda a sua amplitude, o que requer políticas públicas saudáveis, uma efetiva articulação intersetorial do poder público e a mobilização da população. No presente artigo, o autor faz uma revisão da emergência e desenvolvimento da promoção da saúde, centrando sua análise justamente nas estratégias
promocionais acima apontadas, que seriam aquelas que, a partir de proposições do setor saúde, apresentam-se como mais promissoras para o incremento da qualidade de vida, sobretudo em formações sociais com alta desigualdade
sócio-sanitária, como é o caso do Brasil.
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